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Em pauta,Mídia

Siemens novamente entre as marcas mais valiosas do planeta

A Siemens está mais uma vez entre as 100 marcas mais valiosas do planeta de acordo com o ranking da Interbrand 2013.

Essa conquista é resultado do trabalho da empresa, em seu esforço diário de  trazer as mais novas tecnologias e encantar os clientes com o impacto que elas causam em suas vidas.

Além de figurar mais uma vez nesse importante ranking, a Siemens melhorou sua colocação, tendo saltado da 51ª para a 45ª posição, estando à frente de grandes marcas globais como Sony, Audi e Dell. Marcas com maior apelo junto ao público e reconhecidas em seus campos por alguns valores que partilham com a Siemens, como Tecnologia e Inovação.

“Nossa marca é nossa maior força. Ela representa tudo pelo que temos nos destacado através das décadas – engenharia de ponta, inovação, qualidade, confiabilidade e estabilidade financeira” – Joe Kaeser, CEO,  Siemens.

Acompanhe mais no link

Fonte: Assessoria de comunicação



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Audição & Informação

O som de apito pode prejudicar a audição

Exposição constante a sons de apitos pode levar a perda auditiva.

Um simples som de apito pode atingir de 104 a 116 decibéis(dB) e pode consideravelmente atingir a audição, segundo uma pesquisa realizada pelo Professor Greg Flamme da Universidade  Western de Michigan (Western Michigan University).
Dose máxima de 36  horas de ruídos

Flamme descobriu a correlação entre o som de apito e perda auditiva testando os níveis de ruídos em um de seus estudantes, o qual foi exposto a sons de apito em um jogo de basketball.

“Nós decidimos que ele iria usar um dosímetro, aparelho utilizado para medir a intensidade de ruído em que ele se expôs, enquanto participava oficialmente de um jogo de basketball,” declara Flamme. O Professor acrescenta: “Acontece que ele se expôs a aproximadamente 36 horas de ruído, dose máxima durante um dia, nesse jogo.”
Os efeitos de exposições repetidas

Segundo o professor da Universidade de Windsor( University of Windsor) e especialista de acústica Colin Novak, a exposição contínua a sons de apito tem um impacto grande na audição de uma pessoa.

“Eu posso claramente ver a correlação que eles encontraram, o som de apito exerce normalmente uma pressão auditiva nos níveis de 105 a 115 decibéis (dB),” afirmou Novak. Uns dois sons de apito não são prejudiciais, mas a exposição repetida a esses níveis causará vários tipos de prejuízos auditivos.”
O resultado é o mesmo para diferentes tipos de apito

Flamme e o grupo de pesquisa também avaliaram a saída de som de diferentes apitos e concluíram que apenas um dos modelos testados pode ser considerado aceitável pela audição humana.

Fonte: http://updatednews.ca



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Audição & Informação

Perda auditiva não tratada pode causar problema de saúde mental e físico

Há uma correlação entre perda auditiva não tratada e problema de saúde mental e físico nos idosos, segundo uma pesquisa feita.

Os idosos com perda auditiva não tratada são mais suceptíveis a se hospitalizarem e sofrerem de períodos de inativdades e depressão, segundo dados de um estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. A pesquisa descobriu a correlação entre perda auditiva e problema de saúde mental e físico nos idosos.
Isolamento social

No estudo realizado, os que tinham perda auditiva não tratada, 32% haviam sido hospitalizados e 36%  deles tinham  uma probabilidade  maior de doenças e danos durante mais de 10 anos. Eles também  eram  57% mais suceptíveis a terem  casoss de stress profundos , depressão ou mau humor contínuo num período de mais de 10 dias, quando comparado com seus colegas de audição normal.

Estudiosos, incluindo aqueles da Johns Hopkins, têm sugerido que  nos últimos poucos anos o declínio físico e mental  são considerados, nos adultos com perda auditiva, como fator relacional de isolamento social, que pode ocorrer com frequência como uma perda auditiva não tratada e progressiva, com o passar do tempo . O impacto  do isolamento social pode levar a  frequentes doenças e, por fim, a hospitalização.

“A perda auditiva tem um efeito prejudicial  no bem estar físico e mental nos idosos e até mesmo nos recursos dos cuidados da saúde, “ afirma Frank Lin, M.D., Ph.D., , pesquisador responsável, otologista e epidemologista. “Nosso estudo descobriu o motivo pelo qual a perda auditiva não deve ser considerada algo irrelevante,  mas uma questão importante para a saúde pública.”

“Os responsáveis pela saúde devem realmente considerar a perda auditiva como um grande  impacto  de saúde ao tomarem  decisões, principalmente, voltadas para os idosos,” afirma Dane Genther, M.D.,  investigador responsável por pesquisa e residente em otorrinolaringologia e cirurgião de cabeça  e pescoço ,da  Universidade de Johns Hopkins , nos Estados Unidos.

Uso de aparelho auditivo pode ajudar

Pesquisadores  da universidade Johns Hopkins estão atualmente examinando se o tratamento de perda auditiva através de aparelho auditivo  ou outros tipos de aparelho  podem  realmente reduzir o risco de demência ,  doença conhecida como ” caduquice.”

Fonte: www.union-bulletin.com; http://www.stlamerican.com



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Audição & Informação

Zumbido e tontura: incômodos que podem aparecer juntos

Segundo a especialista em zumbido no ouvido, Tanit Ganz Sanchez, doenças de várias partes do corpo podem causar a tontura e o zumbido

Quem nunca sofreu com um apito infernal nos ouvidos ou uma tontura que impede de fazer o que se quer? É alarmante a quantidade de pessoas que sofrem com zumbido no ouvido, ou tinnitus. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são 278 milhões no mundo e os brasileiros representam pouco mais de 10% desse montante.

O zumbido é a ausência constante de silêncio, pois um som persistente – apito, chiado, cigarra, grilo, abelha, cachoeira, reator de luz, panela de pressão, escape de ar, etc – pode ser percebido nos ouvidos ou na cabeça dos pacientes, especialmente nos momentos de silêncio.

Como se já não fosse suficientemente desagradável por causar insônia, dificuldade de concentração, ansiedade e depressão, cerca de 40% deles ainda têm um outro problema: a tontura, informa Dra. Tanit Ganz Sanchez, presidente da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ) e diretora-presidente do Instituto Ganz Sanchez.

Para a médica, que há 19 anos atua como otorrinolaringologista focada no diagnóstico e tratamento desses sintomas, não há relação de causa e efeito entre o zumbido e a tontura, mas a presença de ambos no mesmo paciente tem ainda mais poder para prejudicar a qualidade de vida. “Quando um paciente tem zumbido e tontura, significa que a causa é mais agressiva e está atacando dois terrenos vizinhos dentro do ouvido interno: a cóclea – órgão da audição – e o labirinto – órgão do equilíbrio. Por isso, é necessária mais ênfase para combater os inimigos do ouvido, sejam eles problemas metabólicos, vasculares, emocionais ou posturais”, explica.

Em resumo, os problemas metabólicos referem-se ao jejum prolongado, abuso de cafeína, e doces. As doenças sistêmicas que causam zumbido e tontura são a hipertensão, diabetes ou pré-diabetes, colesterol e triglicérides altos, hipotireoidismo, menopausa e andropausa. Fatores psicológicos como a ansiedade e a depressão, além dos posturais, envolvendo pescoço e articulação temporomandibular também podem influenciar o ouvido e causar os mesmos sintomas.

A doutora afirma ainda que os dois interferem na qualidade de vida das pessoas: “O zumbido atrapalha principalmente à noite, por causa do silêncio do quarto de dormir, mas também pode incomodar durante o dia, pois tira a concentração para a leitura dos estudos ou trabalho, limita a vida social e muda o equilíbrio emocional da pessoa. A tontura dificulta realizar as atividades corriqueiras como locomover-se, arrumar a casa, dirigir, dentre outros. Além desse desconforto absolutamente compreensível, o paciente com ambos os sintomas ainda tem um diferencial em relação a quem tem só o zumbido: ele sente-se muito mais medo e insegurança de exercer sua vida normal por não saber quando terá tontura a próxima vez. Se qualquer um deles já é ruim, imaginas ambos juntos! Assim, a forma correta de descobrir o que se tem e melhorar é procurar os possíveis culpados o quanto antes com uma avaliação médica minuciosa” ressalta dra. Tanit.

Fonte:

Dra. Tanit Ganz Sanchez, Otorrinolaringologista com doutorado e livre-docência pela FMUSP, Diretora-Presidente do Instituto Ganz Sanchez e Presidente da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ). Assumiu a “missão” de desvendar os mistérios do zumbido e foi pioneira nas pesquisas no Brasil, sendo reconhecida por sua didática, objetividade e compartilhamento aberto de ideias. Possui experiência de 11 anos na coordenação de Grupos de Apoio.



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Audição & Informação,Pesquisas

Treinamento melhora a habilidade auditiva em crianças com perda auditiva

Programas de treinamento auditivo pode aumentar aproximadamente 50% a capacidade de crianças com problemas auditivos em ambientes ruidosos, conforme mostra uma pesquisa.

No estudo feito com 24 crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos foi comprovado o desenvolvimento de 50% de compreensão delas aos sons em ambientes ruidosos. O aumento de audição ocorreu após a criança mais nova ter participado de sete sessões de uma hora durante o período de três semanas.

Os benfícios de treinamento foram conservados
Conforme a Universidade de Washington (University of Washington), esses resultados foram os primeiros a demonstrar que treinamento auditivo com ruídos podem funcionar em crianças. Além disso, os efeitos do treinamento foram ainda evidentes em muitas crianças quando elas foram testadas três mêses após o final do tratamento.

“O resultado foi melhor do que eu esperava, olhei minha pesquisa no mínimo quatro, cinco vêzes para ter a certeza de que realmente havíamos encontrado bons resultados com esse trenamento e havíamos” afirmou Jessica Sullivan líder principal e professora assistente da ciência da fala e audição da Universidade de Washington (University of Washington).

“O treinamento de manutenção é realmente uma descoberta significante. E indica que novas estratégias de audição têm sido desenvolvidas para detectar fala com ruídos”, além disso, Sullivan fala das implicações dos estudos.

Apredendo como filtrar ruídos de fundo
As pessoas que sofrem de perda auditiva são geralmente mais lentas para captar sons e menos efetivas no processo de informações auditivas.

O objetivo principal do programa de treinamento da pesquisa era, portanto, treinar a mente das crianças para filtrar ruídos de fundo e por meio deste aprimorar suas habilidades de escuta.

O treinamento envolvia duas frases “Nós vimos dois ursos marrons”(We saw two brown bears) ou “A vovó deu feijão vermelho ao Bob”, sons esses semelhantes aos dos ruídos da classe.

Os pesquisadores aumentaram o volume de ruídos, com o avanço dos exercícios, o número de palavras nas frases e o tempo entre ouvir a frase e identificar quais palavras foram ditas.

Mais pesquisas serão realizadas
No futuro mais estudos serão realizados no sentido de descobrir como o treinamento funciona para outras pessoas, como adultos e usuários de implante coclear.

Outros tipos de ruídos também incluidos em contextos reais serão usados para descobrir os efeitos do programa de treinamento em ambientes distintos.

Fonte: http://www.washington.edu



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Audição & Informação,Pesquisas

Usuários de aparelhos auditivos estão satisfeitos

Até 84% dos usuários de aparelho auditivo estão satisfeitos com seus aparelhos, conforme uma pesquisa realizada.

Dados de sete países mostam que a porcentagem de pessoas que estão satisfeitas com seus aparelhos auditivos variam de um país para outro. Em seis países europeus a cifra de satisfação varia de 84% na Suissa para 70% na Itália.Em geral, oito de dez usuários estão satisfeitos com seus aparelhos auditivos, entre eles, alguns estão muitos satisfeitos, outros satisfeitos e outros relativamente satisfeitos.

Uma pesquisa semelhante realizada nos Estados Unidos em 2008 (MarkTrak VIII) mostrou que 74% dos usuários de aparelho auditivo estão satisfeitos com seus aparelhos.

Idade e uso de aparelho auditivo
O estudo também mostrou que quanto mais novo for o aparelho auditivo e mais horas de uso forem utilizadas, maior será o grau de satisfação.

A pesquisa foi realizada na Itália, Reino Unido , França, Alemanha, Suissa (Suiça), Noruega e Japão, em 2012.

Os dados foram publicados num artigo sobre EuroTrak e JapanTrak numa pesquisa realizada em 2013, The Hearing Review March 2013.

Fonte

 



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Audição & Informação

Zumbido no ouvido atinge 28 milhões de brasileiros



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Em pauta,Mídia

Clipping – Depoimento de Samira C. Baus Dutra para o Crônica da Surdez

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UMA FONOAUDIÓLOGA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA – E QUE USA APARELHOS AUDITIVOS!!!

“Olá, leitores do Crônicas da Surdez!

Com alegria recebi o convite da Paula, para compartilhar parte de minha história. Portanto: eis-me aqui! Sou Samira C. Baus Dutra. Feliz brasileira! Certidão de Minas Gerais, e criação na Ilha de Santa Catarina! Gosto de sorvete, cinema, pizza com amigos, refeições a beira do mar, jogar imagem & ação (mímicas, sou fera! hahaha), internet e… uma boa mensagem de fé e esperança! Da família paterna, herdei a perda auditiva progressiva. Sim, nasci ouvinte, e com o decorrer da idade, fui perdendo audição (ou seja, minha perda auditiva, de períodos em períodos, aumenta).

Tenho a Fonoaudiologia como VOCAÇÃO. Busquei especializar-me em AUDIOLOGIA (diagnósticos audiológicos; adaptação de aparelhos auditivos e sistemas de comunicação). Antes da minha formação, tive todo um acompanhamento otorrinolaringológico e audiológico para a detecção da perda auditiva. Agradeço a todos os envolvidos nesta etapa, senti e recebi zelo e muitas orientações (tenho em quem me inspirar!).

Como assim? Fonoaudióloga e com perda auditiva???

A indicação para minha saúde auditiva não foi medicação e nem cirurgia. Para meu tipo e grau de perda auditiva, a indicação médica foi fazer uso de aparelhos auditivos (e estou nesta, há 11 anos). Com o passar dos anos, tornei-me paciente de mim mesma. A tecnologia me acompanha desde então. Iniciei com a mais simplificada, e atualmente, utilizo o que há “de ponta” (melhor)! Eu mesma programo meus aparelhos auditivos. Sinto “na pele” limitações pela falta de “ouvir, mas não entender”. Sinto também, os benefícios dos meus aparelhos. Usufruo de seus recursos, conforme minhas necessidades comunicativas.

Sinto-me bem usando os aparelhos auditivos. Sinceramente, ao longo do dia, esqueço que estou com eles. Eles fazem parte de mim! Assim como meus óculos (há 1 ano iniciei o uso para leitura -papel e computador – e assistir televisão). Coloco-os pela manhã e retiro antes de dormir. Já usei o modelo microcanal (CIC) e atualmente uso o com receptor no canal (RIC). A potência desde meu primeiro par até agora, aumentou, e bem! Estou ficando cada vez mais “surda”. Porém, como estimulo meu PROCESSAMENTO AUDITIVO há anos, tenho um bom reconhecimento de fala; ou seja, cérebro ativado e sempre trabalhando (nada de ficar ocioso)! Quem tem perda auditiva e não usa aparelhos ou a quantidade ideal (um aparelho para perda em uma orelha; dois aparelhos para perda nas duas orelhas), nem imagina o bem que deixa de fazer pra sua atenção, percepção e memória auditiva.

Algo que a Paula me perguntou, foi: “o que ser uma fono usuária de AASI mudou a tua maneira de lidar com teus pacientes?”. Posso dizer que transformou meu olhar clínico. Então, como me sinto atuando com pessoas com limitações auditivas, sendo que eu tenho também tenho as minhas limitações auditivas?

A dedicação aos estudos em Audiologia, e minha experiência como deficiente auditiva ajudam-me a “ENXERGAR e COMPREENDER” algumas posturas e sensações que a pessoa com perda auditiva tem. Claro que a maioria, se não todos os pacientes, são preocupados com a estética, com sua aparência. Geralmente ao receber o diagnóstico da perda auditiva a pessoa passa pelo período de NEGAÇÃO (“eu não preciso”; “não quero usar os aparelhos”; “todos verão que uso aparelhos”). Eu penso em conciliar com a discrição e eu sou um exemplo de que a vida continua; e segue com os aparelhos auditivos como acompanhantes.

Dias atrás relatei a um paciente: antes de usar aparelhos auditivos, quando eu abria uma bala na igreja, percebia que várias pessoas olhavam pra mim. Eu pensava, “nossa será que todos querem minha balinha”??? Já usando os aparelhos, fui repetir a cena. Quando comecei a mexer no papel para abrir, percebi como o barulho não era nada discreto, e concluí: as pessoas olhavam pra mim, pois eu estava sendo “barulhenta”. Hahaha

Um dia na aula (no último ano da graduação foi quando coloquei meu primeiro par de aparelhos), eu viro pra minha colega: “que som é este”??? Ela: “som?? Ah, começou a chover”! E eu saí da sala para olhar e ouvir a chuva. Foi então que eu disse a mim mesma: “Samira, este é o som da chuva”. Fiquei emocionada naquele dia. Eu não escutava mais o som da chuva. (voltei pra aula rapidinho, viu pessoal!!! hihi)

Uma bela noite eu experimentei dormir com os aparelhos auditivos. Alguns pacientes me disseram que dormiam com os aparelhos (moravam sozinhos, precisavam ouvir o despertador/campainha/telefone). Fui vivenciar na pele, ou melhor, ouvidos. Para mim, foi uma experiência nada confortável a qual não repeti desde então. Não consegui “desligar-me” do mundo externo, isto é, deitei-me e ouvia: som de caminhões/carros passando na rua; vizinhos conversando (em alto som). Imaginem se consegui pegar no sono logo: nada disso! Demorei! Definitivamente, uma vantagem em dormir, é poder tirar os aparelhos e ficar em modo OFF! Aí sim, pego no sono rápido. Portanto, com base em teoria e experiência própria, eu não recomendo dormir com os aparelhos auditivos. Durante este momento, as orelhas vão “arejar”. Evita-se que movimentos no travesseiro/cama, machuquem as orelhas e /ou danifiquem os aparelhos.

Compartilho um atendimento recente. Paciente jovem, concluiu o mestrado neste ano. Ficou aproximadamente 1 hora conversando ao celular (para quem usava celular prioritariamente com SMS, foi um ótimo resultado!!!!). O recurso tecnológico foi bluetooth integrando aparelhos auditivos com o celular.

Pra finalizar, agradeço aos pacientes por depositarem a confiança em meu trabalho. Sei que o fato de eu ter a perda auditiva cria um link entre nós. E tenham a certeza que vocês estão sob os cuidados de quem ama o que faz. Amo quem sou! A frase “ama ao próximo como a ti mesmo”; me remete a eu tratar o outro tão bem quanto eu desejo o bem pra mim. Quem não quer o bem a si mesmo??

E você, se ama? Tem cuidado de si com o devido zelo?

Grande abraço a cada leitor, e claro, pra você, Paula!!!”

PS: a Samira trabalha na Audire, revenda da Siemens que fica em Florianópolis. Gente, eu acho IMPORTANTÍSSIMO que as clínicas que vendem e adaptam aparelhos auditivos em pessoas com DA tenham um profissional com deficiência auditiva. Ele pode dar outra visão, para toda a equipe, sobre como o paciente que tem DA se sente – além do mais, deve ser sensacional conversar sobre aparelhos auditivos com alguém que os usa no dia-a-dia e sente na pele essa emoção.

Publicado originalmente no Blog Crônica da Surdez



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Minitek Remote App – Novo aplicativo para smartphone

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Audição & Informação,Em pauta

Clipping Mídia – UP DATE EM ZUMBIDO

UP DATE EM ZUMBIDO: O QUE HÁ DE NOVO

com Dr. Italo Medeiros e Fga. Gisele Munhões

No dia 22 de maio, a Audire trouxe a Florianópolis, duas referências no tratamento de zumbido, Dr. Ítalo de Medeiros e Fga. Gisele Munhões.
O evento aconteceu no Hotel Sofitel e foi prestigiado por otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos do Estado.
Mais uma vez, agradecemos a presença e o prestígio de todos.
A seguir, alguns momentos registrados.

 

Explicações pontuais e globais para os participantes do evento. Foto: Fga. Carla Franz – Diretora da Audire.

Foto: Dr. Itálo Medeiros e participantes.



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